EXISTE OU NÃO O PAI NATAL?

Afinal, o velhinho com barbas brancas que Clement Moore (1779-1863) pela primeira vez descreveu em 1822, no seu poema A Noite de Natal, existe!

Depois de Clement Moore o descrever no seu poema, Louis Prang em 1885, tipógrafo de Boston, pinta de vermelho, pela primeira vez, a figura do Santo que representa o Pai Natal.
Até aí, a figura aparecia com uma veste castanha ou com peles.




THE NIGHT BEFORE CHRISTMAS

by Clement Clarke Moore
or Henry Livingston

'Twas the night before Christmas, when all through the house
Not a creature was stirring, not even a mouse;
The stockings were hung by the chimney with care,
In hopes that St. Nicholas soon would be there;
The children were nestled all snug in their beds,
While visions of sugar-plums danced in their heads;
And mamma in her 'kerchief, and I in my cap,
Had just settled down for a long winter's nap,
When out on the lawn there arose such a clatter,
I sprang from the bed to see what was the matter.
Away to the window I flew like a flash,
Tore open the shutters and threw up the sash.
The moon on the breast of the new-fallen snow
Gave the lustre of mid-day to objects below,
When, what to my wondering eyes should appear,
But a miniature sleigh, and eight tiny reindeer,
With a little old driver, so lively and quick,
I knew in a moment it must be St. Nick.
More rapid than eagles his coursers they came,
And he whistled, and shouted, and called them by name;
"Now, Dasher! now, Dancer! now, Prancer and Vixen!
On, Comet! on Cupid! on, Donder and Blitzen!
To the top of the porch! to the top of the wall!
Now dash away! dash away! dash away all!"
As dry leaves that before the wild hurricane fly,
When they meet with an obstacle, mount to the sky,
So up to the house-top the coursers they flew,
With the sleigh full of toys, and St. Nicholas too.
And then, in a twinkling, I heard on the roof
The prancing and pawing of each little hoof.
As I drew in my head, and was turning around,
Down the chimney St. Nicholas came with a bound.
He was dressed all in fur, from his head to his foot,
And his clothes were all tarnished with ashes and soot;
A bundle of toys he had flung on his back,
And he looked like a peddler just opening his pack.
His eyes -- how they twinkled! his dimples how merry!
His cheeks were like roses, his nose like a cherry!
His droll little mouth was drawn up like a bow,
And the beard of his chin was as white as the snow;
The stump of a pipe he held tight in his teeth,
And the smoke it encircled his head like a wreath;
He had a broad face and a little round belly,
That shook, when he laughed like a bowlful of jelly.
He was chubby and plump, a right jolly old elf,
And I laughed when I saw him, in spite of myself;
A wink of his eye and a twist of his head,
Soon gave me to know I had nothing to dread;
He spoke not a word, but went straight to his work,
And filled all the stockings; then turned with a jerk,
And laying his finger aside of his nose,
And giving a nod, up the chimney he rose;
He sprang to his sleigh, to his team gave a whistle,
And away they all flew like the down of a thistle.
But I heard him exclaim, ere he drove out of sight,
"Happy Christmas to all, and to all a good-night."


CAMPANHA
"SORRISOS DE NATAL-2013"

A Fundação PAI NATAL lança de novo a sua campanha "Sorrisos de Natal".
Com o objectivo de trazer às crianças mais carenciadas o espirito do Natal que herdamos de São Nicolau, protetor das crianças vamos proceder à recolha de brinquedos, vestuário, alímentos, entre outros para que pelo menos na época natalícia que se avizinha, as crianças possam acreditar que há esperança numa sociedade melhor.
Assim convidamo-lo a contribuir com a oferta de um brinquedo, livro ou jogo, vestuário, doces, alímentos, etc  para crianças entre recém-nascidas até aos 10 anos de ambos os sexos.

Pode também fazer um donativo monetário através do sistema PayPal disponibilizado no lado esquerdo desta página

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ACERCA DO NATAL

Temos diferentes costumes e rituais de diferentes partes do mundo.
Por exemplo a Árvore de Natal da Alemanha, a tradicional oferta de sapatos de madeira na Holanda, pequenas lembranças deixadas debaixo da almofada na Ucrania ou até o sapatinho na chaminé como era cotume em Portugal.
O Natal é sobretudo uma tradição universal de partilha; um símbolo de unidade e de amo que une todo o mundo.

A história de Natal começa com o nascimento de Jesus em Belém. Julga-se que Cristo nasceu no dia 25, não se sabendo exactamente qual o mês.
Foi no ano 350 dC, por ordem do Papa Julius I, que 25 de Dezembro foi declarado dia oficial para celebrar o Natal.
A comunidade Pagã sempre celebrou a festa de Natal na estação do ano em que os dias são mais curtos e as noites mais longas.
Nesta época geralmente as pessoas gastavam o seu tempo a gozar a vida bebendo e celebrando a festa que os pagãos romanos chamavam de "Celebração de Saturnalia".
A "Saturnalia" considerou-se uma diversão e temp festivo para os romanos, mas os cristãos consideravam abominável adorar um Deus pagão.
Segundo algumas lendas, a celebração do Natal era contra as festas pagãs que celebravam no mês  de Dezembro. 
O dia 25 era sagrado não só para os romanos como também para os Persas cuja religião "Mithraism" era uma das rivais principais do Cristianismo daquela época.
A igreja sem dúvida, teve o mérito de mudar os rituais da festa "Saturnalia" e transferi-los para a celebração do Natal cristão.


O PAI NATAL (história de S. Nicolau)

O Pai Natal tem vários nomes conforme o país e a cultura do mesmo.
Independentemente do nome que possa receber, falamos sempre de uma única pessoa, o São Nicolau Taumaturgo, um senhor muito simpático e generoso que nasceu em Patara (Ásia Menor) no ano 350 d.c.
Desde muito novo que demonstrou uma profunda religiosidade, e seguindo os passos de seu tio Bispo da cidade de Patara, ainda jovem se ordenou sacerdote.
Após a morte de seus pais, São Nicolau herdou uma grande fortuna que começou a distribuir pelos pobres secretamente para que ninguém o identificasse e lhe pudesse agradecer.
Depois de muitas viagens São Nicolau instala-se em Mira onde vem a ser Bispo.
Muitos milagres lhe são atribuídos.
Esta mítica figura ainda hoje se encontra "viva" na crença das pessoas.
Quando deixarmos de acreditar no Pai Natal a figura deste idoso de barbas longas e bondoso, então a sua fonte de vida estingue-se e o Pai Natal morre.